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De volta ao Inferno do teletrabalho... Nem sei muito o que pensar

por tron, em 26.12.21

Graças a estupidez inerente de um país de beatos assim meio para o analfabeto que não sabem o que é ciência e acreditam em tudo que outros ratos de sacristia partilham nas redes sociais, ao que se junta uma avareza terrível por dinheiro por parte do governo português e o seu comportamento adicitivo por turismo e dinherio a fluir... veio mais um pico desta peste vinda da China que desta vez é protagonizada por uma estirpe que parece ter surgido na África do Sul...

Para compor o conjunto, aquele beato de Belém, ajudou ao caos do regresso deste inferno com a dissolução do parlamento numa péssima altura e esta mistura resultou em pelo menos 3 semanas de teletrabalho que vão deixar as suas consequências na minha saúde mental e física (como os oito meses anteriores já deixaram)

Term um emprego que deixa o stress a nível estratoféricos onde uma simples ida a casa de banho por breves minutos dava para respirar e recarregar baterias, agora nem isso vou ter durante uns tempos e já ando a pensar em coisas muito más.

Já chega de tanta estupidez a nível global e se têm medo do vírus... fechem as fronteiras, façam férias cá dentro e deixem quem tem que trabalhar nos seus empregos trabalhar, é tão simples assim...

Mas ainda ontem fiquei a pensar a pedir a demissão do meu emprego, mas não posso, nem sei onde vou buscar forças para aguentar mais esta tempestade...

 

O que pode ser feito mais....

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publicado às 00:59

Oito Meses Depois parece que o Inferno findou...

por tron, em 10.10.21

Oito meses depois de estar trancado em casa, parece que o inferno acabou nem que seja de forma temporárias, não sei se este fim é temporário ou definitvo porque para mim, sair do teletrabalho foi uma saída do inferno.

Mas a ficha ainda não caiu e algumas consequências em termos de saúde saltaram por causa desta liberdade repentina, mas já estava a precisar de ser solto desta tranca que me trancava há demasido tempo e ser solto de uma form brusca dexiou consequências, mas por outro lado foi bom ter-me libertado, foi doce demais e espero que esta liberdade dure por muito e bom tempo.

A tortura foi tão dolorosa que para cair a ficha ainda não caiu e por outro lado, os casos de problemas psicológicos e psiquiátricos estão a aumentar em Portugal e não sei se me vai apanhar na onda.

Todos nós precisamos de apanhar sol e chuva e não são os passeios higiénicos que irão suprir esta necessidade, mas sim as saídas de casa com objectivo concreto que não seja a corridinha de sábado, mas sim mais do que passear o cão porque também o cão precisa de apanhar ar tal como o dono.

Espero que este levantar de regras não tenha um lado negro e esta peste chinesa faça apenas parte dos livros de História tal como a Gripe Espanhola.

 

O que pode ser feito mais....

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publicado às 23:14

Oitavo Mês de Um Inferno Chamado Teletrabalho que muitos Adoram e eu Odeio

por tron, em 03.09.21

Este dia 31 de Agosto completei o oitavo mês onde passo o tempo sentado a aturar clientes cada vez mais insuportáveis e cada vez vejo mais longe a luz de voltar ao escritório e com uma cada vez maior vontade de pedir as contas porque não sinto valorizado profissionalmente e se aquele cretinos que defendem o teletrabalho como a mais bela das damas então consultem um psiquiatra ou venham ter a vida que tenho tido nos últimos três anos que mudamo logo de ideias.

Nesta volta de tempo mudei a minha medicação da epilepsia mas a asma está a ficar instável, obrigado só saio de casa umas 3 ou 4 vezes por mês e os brônquios começam a dar de si e se recorro ao médico ou ao hospital dizem logo que estou com a peste chinesa.

O meu escape por vezes são os canais de música ou algum filme no streaming da NOS ou mesmo um livro que esteja a ler, mas mesmo assim começa já a faltar a disposição para estes meus escapes e se eles ... já começaram a falhar ou a dar sinais de falha e não sei não se tenho que procurar alguma ajuda para a minha saúde mental, quero evitar meter baixa médica porque além de me cortar no salário, iria ficar confinado em casa e não me vai adiantar de nada.

Será esta solução do teletrabalho solução de vida ou trabalho, sinceramente não é e se não acaba num curto prazo tenho que repensar a minha situação laboral e pessoal ou começo de novo a entrar em alguma espiral muito má mesmo que nem o meu hábito de ouvir boa música ou de ler me vai salvar.......

 

 

O que pode ser feito mais....

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publicado às 01:10

As Más Sensações estão de Volta e Outras Coisas Más também

por tron, em 22.11.20

As regras do novo Estado de Emergência deixaram-me como eu estivesse no confinamento da Primavera e mais valia ter recusado as férias e ter metido falta apenas nos dias que tinha o médico e aproveitado os fins-de-semana para fazer a frequência da Universidade Aberta e tinha ficado a trabalhar e assim aguentava melhor o choque.

Estou mesmo a ver a ficar de novo em casa e não sei se vou continuar na universidade e sequer se vou trabalhar porque se me colocarem de novo em backoffice com as exigências que pediram da outra vez mais, então mais vale pedir as contas e voltar ao RSI e deixar tudo que estava a construir graças a este emprego, que apesar de precário, era um emprego.

Chego a pensar que seria uma medida eutanásica se mandarem para o subsídio de desemprego e depois peço o RSI e nem me vou dar ao trabalho de procurar emprego enquanto a Gerigonça estiver no poleiro e enquanto aquelas duas verdadeiras bonecas insufuláveis da saúde estiverem a dirigir o sistema de saúde em Portugal.

Estou a mesmo a ver que vou precisar de ajuda psicológica ou mesmo psiquiátrica antes que passe a fina linha que separa de ponto sem retorno e estava eu a fazer redução de medicação, chiça para tanta incompetência....

 

 

Quanto que nos vemos livre desta peste vinda da China....? 

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publicado às 02:49

Quase 3 meses Desconfinado, mas Nunca se Sabe o Futuro

por tron, em 17.08.20

Já há quase 3 meses que saí do casulo mas tem sido verdadeiras maratonas em frente de um computador e a assimilar novas regras e aprender novo softwear em cima do joelho.

Até que gosto de maratonas a trabalhar, sou um workaholic e  estar parado é contra a minha forma de ser e de estar perante a vida terrena e nestes 3 meses é vivendo cada dia na sua vez e não sendo raras as vezes de mandar tudo catar coquinhos, respiro fundo, bebo um trago de água e volto ao qu estava a fazer porque nada me vai servir perder a calma porque quando entrei neste emprego sabia ao que estaria sujeito, embora o mundo não contasse coma peste chinesa.

O caso português onde não uma definição de como comabter esta peste me deixa preocupado e é mais uma fonte de stress para cima de mim porque este descontrolo aparente que ninguém quer ver e que faz eu temer voltar ao confinamento.

A realidade dos seres conscientes é viver cada dia na sua vez e esperar pelo novo dia assim que se levanta da cama porque nos tempos que correm não vale a pena fazer grandes planos seja para o que for e com as novidades do Covid-19 que voltou a subir a norte com mais virulência do que a sul... dá que pensar num regresso ao confinamento...

 

 

A ver vamos

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publicado às 02:09

Dia Número 53 do Suplício

por tron, em 15.05.20

Dei um passeio no meu dia de descanso e deitei um olhar pelas lojas apesar da chuva e ver tudo fechado por casua desta pandemia foi muito doloroso de ver e algumas até que se poderiam adaptar caso o quisessem, mas ou má vontade ou sempre contar com o turismo foi a sua condenação e deixa espaço para outros.

Por outro lado vi que estava mesmo a precisar de sair porque estar fechado sempre a trabalhar e com os ascultadores a debitarem música para me manter concentado nesta espécie de back-office que faço não é muito saudável para a psique de ninguém e tive mesmo que apanhar apesar da chuva de Maio assim um pouco deslocada no tempo.

Não sei se a reconstrução que está a ser feita com passos de bebé vai safar o meu posto de trabalho, mas hoje notei que preciso mesmo de uma ajuda para a minha saúde mental porque não ando mesmo bem e depois trabalho tanto que voltaram as enxaquecas "kamikaze" que atromentaram tanto a mim quando a minha mãe ainda era viva e sei quando elas aparecem nunca é bom sinal para mim.

Amanhã mais um dia de trabalho para tentar chegar aqueles objectivos impensavéis porque tenho que ter algum brio profissional e não sou nenhum chatbot e depois quem sabe no domingo se dou uma volta na tradução que deixei em banho-maria e ando a contar os dias para ir a consulta do neurologista porque estou mesmo, mas mesmo a precisar de ajuda na saúde mental e daqui a pouco estou a ligar para á area do Saúde 24 que cuida desta área e aproveitar que o meu operador de comunicações está a oferecer as chamadas para o Saúde 24.

Este confinamento já não está a ir lá com os meus vícios: leitura e café e nem ouvindo os Queen ou alguma banda de metal gótico a coisa vai ao sítio, apenans quero ver esta reconstrução nacional feita antes que eu tenha que mudar de agulha laboral por motivos de saúde

 

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publicado às 03:52

Dia número 52 do Suplício

por tron, em 14.05.20

Ontem foi um dia que passei a trabalhar para não pensar no caso da pequena Valentina porque até o dia de trabalho me correu relativamente bem porque estive mesmo numa especie de concha protectora; esta concha me manteve protegido das possíveis dores da alma provocadas por este caso que marca qualquer um de nós.

Tirando isto noto que vou precisar de ajuda para a minha saúde mental porque noto que não ando bem devido a este confinamento e tenho que arranjar forma de sair de casa nas minhas folgas antes que a minha saúde mental fique mesmo num estado de sem recuperação ou próximo e também para tentar me adapatar a um suposto retorno ao call center que não sei quando é que vai acontecer e se este mesmo acontecer.

Gostava de estar mais optimista em relação a esta pandemia, mas não consigo ficar e não sei porquê; talvez seja devido ao tempo que tenho passado em casa fechado a trabalhar que nem um perdido para segurar o meu contrato de trabalho e o meu salário ao final do mês e até que fis bem pedir férias interpoladas porque teria outro bloco de férias na semana do Santo António que seria a contar com um possível almoço com a minha "segunda família" que devido a esta maldita peste está fora de questão e se forem aprovadas ficam para outras coisas que sejam precisas.

Será que estou mesmo bem estando assim, estando num estado de sanidade semelhante ao da personagem Pink do filme The Wall, mas sem os pensamentos estranhos do mesmo porque ainda não atravessei aquela fina linha que separa o desespero e a depressão da mais pura insanidade...

 

Nem sei mais o que fazer

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publicado às 13:28

Dias números 48 e 49 do Suplício

por tron, em 11.05.20

Estes dois dias além do primeiro ter sido marcado por trabalho e uma chata tendinite de esforço que nem lembrava ao diabo e com uma depressão que nao me larga, o segundo foi marcado pela continuação das dores físicas provocadas pelo esforço de trabalhar sem ter o material mais adequado, todavida, estas dores aprendo a viver com elas.

Nem vou falar neste entrada nos meus ossos do ofício porque estes quase davam uma sopa e o que mes estragou em definitivo o final da semana foi crime que vitimou a pequena Valentina e ainda veio tornar mais doloroso este meu confinamento que parece não ter fim anunciado.

Esta situação se torna mais insuportável tanto por factores externos como por factores internos e sendo assim fico no limite para pedir para parar, e felizmente pedi férias para a semana dos santos populares porque contava ir almoçar com o pessoal do curso de formação onde estive a tirar o 12º ano mas isto está fora de cogitação e fico a pensar noutra forma de passar estas férias se elas me forem atribuídas nem que seja ir as compras ou ir ao Oceanário.

Apenas espero ver esta peste vinda da China controlada e volatizada e que a mesma se volatize com as duas barbies da saúde que são uma incompetência completa e voltar ao meu posto de trabalho porque não tenho muitas condições para realizar teletrabalho, mas fico a espera do parecer do meu neurologista porque se ele der um parecer negativo então vou ter que sair e mudar de agulha e depois é a vida...

 

 

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publicado às 12:38

Dia número 46 do suplício

por tron, em 08.05.20

Mais um dia de descanso e mais um dia em que sei a fadiga do teletrabalho no lombo, uma fadiga tanto mental como física.

Acabei por uma comprar um remédio natural para controlar as dores de costas porque a minha cadeira de trabalho não é ergonómica e as minhas costas se ressentem desta fallha no desenho da mesma, mas quando se compra material barato e não se conta com a hipótese de teletrabalho acontece estas coisas.

Sinto-se cansado e como disse ontem vou mesmo pedir ao meu neurologista ajuda para a sáude mental e se antes da consulta a saúde mental começar a abrir rachas, então terei mesmo que tomar outras medidas mais extraordinárias neste campo da saúde mental.

Bem o certo que amanhã é mais um dia de trabalho e mais um dia de seca porque já estou a ficar naquele limite que uma pessoa sente que está bem e quer quer estar além de onde está no momento proque não está bem, por outro lado não me posso esquecer que ainda estamos nos primeiros passos da reconstrução e esta tem que ser feita com pezinhos de lã.

E estes pezinhos de lã têm que deixar esperto para nã ficar depois com as calças na mão porque estou a ver que a coisa está a ficar a feia demais para o que deveria de estar na presente fase e tenho que pensar em mudar a agulha antes que algo que estoire no meu colo e que ainda tenha que apanhar os cacos.

 

Mais um dia se passou

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publicado às 01:45

Dia Número 45 do Suplício

por tron, em 07.05.20

A minha mulher já viu e eu já desaafei, preciso mesmo da ajuda dum especialista e assim que for ao meu neurologista tenho que pedir ajuda para a saúde mental.

Tenho medo se o especialista diz que eu tenha que sair do Call Center por motivos de saúde e depois o que farei da minha vida é a grande pergunta que se levanta assim que aproxima o dia da consulta, mas tenho que procurar um especialista e se por algum motivo ter que sair do Call Center, é de lamentar mas eles semearam e vão colher os frutos do que semaram.

De resto foi um dia habitual onde comecei a ter algumas falhas de concentração e isto deve ser mesmo o sinal que o meu corpo está a dar que estou a precisar de um especialista antes que seja tarde demais para mim e para a minha família e entendo como família a miha mulher e o meu primo porque quem tem o dever de me falar nem quer saber se estou vivo.

Vou aproveitar o dia de amanhã para reflectir e ver o que a vida me reserva durante o dia de amanhã e depois vejo como vou viver até o dia da consulta...

 

Vai ser alguma expectativa mas vamos ver....

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publicado às 04:32


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