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Dia número 59 do Suplício

por tron, em 21.05.20

Hoje as dores de cabeça me massacraram e recebi uma notícia de última hora que voltar ao activo mesmo amanhã, mas manhã tenho consulta do neurologista e não posso faltar a mesma e vou a consluta e depois vejo o que vai resultar.

O meu médico não vai ficar agradado do facto de eu estar a fazer horas constantemente e vai ver os exames médicos feitos quando eu tive o problema renal e vamos ver qual vai ser o parecer dele.

Ainda vou ver se o médico não me vai mandar para casa devido a fadiga extra de estar há mais de um mês a fazer horas extras há mais de um mês e corpo em si já nota estes sinais de fadiga extremada.

Se não gostarem que eu falte por eu ir ao médico, tenho pena, primeiro está o direito à saúde e depois neste caso em particular não me podem por na rua e se me porem acciono o tribunal de trabalho e nem me vou dar ao trabalho de pedir a readmissão, vou partir mesmo para outra solução laboral porque fico com a sensação que aquele Call Center já deve estar a dar o canto do cisne e mais tarde ou mais cedo vou-me juntar a legião de desempregados e eu em parte nem me importava de voltar aos cursos do IEFP para cortar com este stress insano que tem sido este confinamento e com o stress de um emprego que fico a pensar que mais valia nem ter tido o trabalho de aceitar....

 

E foi mais um dia que parece ter sido o último de confinamento 

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publicado às 01:34

Dia número 31 do Suplício.....

por tron, em 22.04.20

Mais um dia de trabalho com alguma tempestade no software de trabalho e muita fadiga espirtual,  ecom outras preocupações que não a depressão, mas uma pressão em cima do espírito que pareço que estou mesmo debaixo de uma pressão e tenho vontade de mandar tudo passear e até que estou a usar termos doces porque classifcaria a minha vontade com outros termos mais rudes.

De resto foi a calma dentro de uma quarentena que quando acabar ainda mai vai tornar um vadio para compensar a reclusão a qual estou condenado porque já estou a ficar nos meus limites ao ponto de pensar em desistir de trabalhar, sim em pensar em largar o trabalho porque nem é a minha função em contrato e porque ainda mais me torna um recluso.

Por outro lado preciso deste trabalho mas não sei se serei valorizado por ele e se me pagarão a mesma miséria de salário mínimo ou ainda menos porque se for menos então nem penso duas vezes e bato com a porta.

Depois é ver as Barbies da saúde que não sabem lidar com a pandemia e não se sabe quando a reclusão acaba e uma pessoa fica ao ponto de ir para um qualquer ponto remoto da cidade só para respirar um pouco e depois voltar, mesmo correndo risco de ser multada.

Bem daqui a um mês vou ao meu neurologista e vou pedir consulta de psiquiatria e psicologia para ver o que me podem fazer em relação ao estado que me encontro.....

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publicado às 03:26


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