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Ainda estou em Teletrabalho e já tenho ajuda médica para a minha depressão, todavia, o sídrome de estar farto de estar em casa, mas por outro sei que estou sem saída e tento lembrar-me das palavras da minha psicóloga para jogar tudo para trás das costas e tentar pensar positivo.
O tempo que passo sentado está a cobrar o seu custo na saúde com dores de costas que ninguém vai tirar e nunca mais há uma data definida para ir para o desemprego.
Só vejo o trabalho a aumentar e o ordenado ser sempre a mesma miséria.
Salário mínimo ainda ser pago quando a especialização aumenta é uma vergonha e um gatilho para pensamentos negativos, mas como tenho ajuda, vou surfar neste mau mar de existência.
Sejam felizes
Volto a esta página alternativa para vos reportar algo.
Regressei ao teletrabalho apenas com um objectivo, ser o último a fechar a luz porque o emprego onde passei 4 anos e alguns dias foi extinto porque a contratante do trabalho temporário não renovou o contrato e após vários actos de distnásia laboral já tem o seu fim programado para o final deste mês.
Nestes dias tive uma consulta de asma e desabafei com a minha médica, Dra. Margarida, ela viu logo que eu estava a precisar de ajuda e me enviou para o psiquiatra e passado alguns dias reecbi a marcação e tive a marcação da consulta, alguns dias depois da morte de Luis Aleluia e estava nervoso porque nunca fui a nenhuma consulta da especialidade.
Estava ainda mais nervoso do que quando fui operado ao fémur por dua vezes (em ambos os casos foram situações bem complexas) e até fui demasidamente cedo para a consulta e nem conseguia ler muito e mal comi quando saí de casa.
Comecei o meu tratamento contra a depressão, que encontre a luz é aquilo que quero e não muito mais.
Tenho tido uma semana que considerar de péssimo estarei a ser delicado.
Além do que se passa no meu trabalho que se encontra em distásia, um animal inqualificável roubou a última recordação que tinha de um momento da minha vida que posso considerar agridoce que também teve a morte da minha mãe.
Pelo que vejo passado tantos anos não teria sujeitado-me a este momento que pareceu doce, mas foi amargo ao mesmo tempo e este reconstrução do bem perdido me deixou com um ataque de pânico que parecia uma crise de epilepsia.
A consulta da psicólga nunca é mais marcada e cada vez me sinto num limite que não quero chegar e a minha família de DNA, não me liga nenhum e até vão para concertos e saber que ajudei aquelas coisas e agora não ajudam... Dói na alma e na psique.
A confirmação de alguns boatos veio-se a tornar verdade e o emprego no qual dediquei 4 anos de vida dos pouco mais de 40 de vida vai mesmo acabar por o único cliente resolveu mudar de prestador de serviço de antendimento ao cliente.
Está claro que a minha psique foi pelo cano abaixo e os meus crónicos refúgios como o hard rock, o café ou mesmo leitura não me têm serivdo de muito e já cheguei a pedir ajuda ao meu neurologista e ele diz para eu tentar manter a cabeça erguida e não me deixar ir abaixo e eu bem tento manter-me como ele me indicou, mas sinto-me no limite, sinto-me a entrar num desespero que tem sido evitado pela minha mulher que me dá aquele ânimo extra quando este ânimo vaza pelo cano.
Sinto-me usado porque fui a todas formações que tinha que fazer e mesmo assim sinto que não valeram para nada e que vejo o meu futuro negro como a noite.
Depois há uns dias atrás, a empresa de trabalho temporário disse que houve uns desenvolvimentos quaisquer e que já não é aparentemente como ela disse e eu fiquei ainda mais atrapalhado porque foi uma resposta meio no vazio, o que ainda me veio prejudicar mais ao ponto de ter a asma a descompensar e isto agradeço muito (ironia).
Não gosto desta situação porque andam a brincar comigo e nenhum ser humano sem problemas psiquiátricos gosta disto.
O que posso fazer...?
O inferno do teletrabalho continua sem qualquer esperança de final próximo e o lado físico já começou a falhar e as dores estão começar a aparecer, e nem sei onde vão parar.
Há algumas semanas atrás tive uma cíatica que quase tive ao ponto de não conseguir ir a casa de banho e isto tudo devido ao tempo que tenho passado em teletrabalho que aumentou porque sou dos poucos que escapou ao bicho que anda aí pelo ar há dois anos e não há meio de se evaporar de uma vez e com este aumentar de trabalho só tenho uma única folga chegando ao ponto de trablhar mais de 50 horas por semana já para três meses.
Como não bastasse esta quase-tortura; apareceu a guerra na Ucrânia que ainda torna mais complexa a minha psique já de si torta com estes meses todos em teletrabalho que nunca mais acabam e nem ninguém sabe quando vão acabar.
Sei que algo não vai bem porque tenho andando desleixado e tenho estado mais agitado do quando vinha com os olhos vermelhos de quando estava no escritório e sinto uma vontade de procurar o isolamento e passar o tempo a ler e a ler sem conta antes que algo de estúpido me aconteça e já sinto-me nos meus limites mentais e qualquer dia tenho que gritar por ajuda antes que seja tarde demais para mim...
O que posso fazer...?
Graças a estupidez inerente de um país de beatos assim meio para o analfabeto que não sabem o que é ciência e acreditam em tudo que outros ratos de sacristia partilham nas redes sociais, ao que se junta uma avareza terrível por dinheiro por parte do governo português e o seu comportamento adicitivo por turismo e dinherio a fluir... veio mais um pico desta peste vinda da China que desta vez é protagonizada por uma estirpe que parece ter surgido na África do Sul...
Para compor o conjunto, aquele beato de Belém, ajudou ao caos do regresso deste inferno com a dissolução do parlamento numa péssima altura e esta mistura resultou em pelo menos 3 semanas de teletrabalho que vão deixar as suas consequências na minha saúde mental e física (como os oito meses anteriores já deixaram)
Term um emprego que deixa o stress a nível estratoféricos onde uma simples ida a casa de banho por breves minutos dava para respirar e recarregar baterias, agora nem isso vou ter durante uns tempos e já ando a pensar em coisas muito más.
Já chega de tanta estupidez a nível global e se têm medo do vírus... fechem as fronteiras, façam férias cá dentro e deixem quem tem que trabalhar nos seus empregos trabalhar, é tão simples assim...
Mas ainda ontem fiquei a pensar a pedir a demissão do meu emprego, mas não posso, nem sei onde vou buscar forças para aguentar mais esta tempestade...
O que pode ser feito mais....
Este dia 31 de Agosto completei o oitavo mês onde passo o tempo sentado a aturar clientes cada vez mais insuportáveis e cada vez vejo mais longe a luz de voltar ao escritório e com uma cada vez maior vontade de pedir as contas porque não sinto valorizado profissionalmente e se aquele cretinos que defendem o teletrabalho como a mais bela das damas então consultem um psiquiatra ou venham ter a vida que tenho tido nos últimos três anos que mudamo logo de ideias.
Nesta volta de tempo mudei a minha medicação da epilepsia mas a asma está a ficar instável, obrigado só saio de casa umas 3 ou 4 vezes por mês e os brônquios começam a dar de si e se recorro ao médico ou ao hospital dizem logo que estou com a peste chinesa.
O meu escape por vezes são os canais de música ou algum filme no streaming da NOS ou mesmo um livro que esteja a ler, mas mesmo assim começa já a faltar a disposição para estes meus escapes e se eles ... já começaram a falhar ou a dar sinais de falha e não sei não se tenho que procurar alguma ajuda para a minha saúde mental, quero evitar meter baixa médica porque além de me cortar no salário, iria ficar confinado em casa e não me vai adiantar de nada.
Será esta solução do teletrabalho solução de vida ou trabalho, sinceramente não é e se não acaba num curto prazo tenho que repensar a minha situação laboral e pessoal ou começo de novo a entrar em alguma espiral muito má mesmo que nem o meu hábito de ouvir boa música ou de ler me vai salvar.......
O que pode ser feito mais....
Mais uma semana passou e só hoje tive chance de vir actualizar este relato das minhas dores e mágoas neste segundo confinamento.
Os problemas de saúde continuam e a inha amada conseguiu um pequeno trabalho informal numas limpezas, nada demais, que para ela é positivo, mas para mim ainda aumenta mais o isolamento que me encontro durante a semana de trabalho que é sempre pesada sem muitas vezes ter tempo para descansar.
Por vezes chego a pensar qual o meu destino de vida ou se vale a pena continuar no meu trabalho e se não tenho que mudar de agulha; por outro lado tenho que apertar com o meu médico para saber qual a possibilidade de ele retomar algum medicamento que em teoria não era assim tão essencial mas que pode vir a ser essencial para o meu conforto quotidiano devido ao meu estilo de vida, sobretudo do pnto de vista laboral.
Sinto-me a procura do meu caminho e do meu destino e nem os estudos universitários ajudam a encontrar este caminho que ando a procura para achar o que procuro, dou por mim a sentir-me num meio caminho entre Freddie Mercury e António Variações, sempre fora deste mundo e sempre a procura de algo que não acha.
Será isto efeitos do isolamento ou apenas da falta da medicação, já nem sei... nem sei mesmo....
Quando verei a luz??.....
Como eu disse no meu último capítulo estava a ver que vinha para casa e acabei mesmo por vir para casa, desta vez fechei os olhos e me meti a fazer teletrabalho como tivesse no call-center mesmo noutro quarto sem grandes condições e como as chamadas são auditadas, se der raia deu raia e mais nada, nem me vou importar.
Estou enfiado em casa, a trabalhar e das poucas vezes que tenho saído e vejo idiotas a violarem o confinamento fico com uma vontade de partir para a estupidez porque apenas não estão a cumprir as regras, mas por outro lado estando metido em casa, já está a minar os meus neurónios e estar a estudar na Universidade Aberta com esta pressão não tem sido fácil.
O meu refúgio tem sido a leitura, agora estando a ler "O Arquipélago Gulag" em busca de explicação para os tempos que o mundo vive nos tempos actuais que cada vez são mais surreais e Portugal parece ser o paraíso desta surrealidade.
Estou nesta lata, fechado há coisa de um mês, farto de estar fechado, sem grande solução de futuro a não ser viver cada dia na sua vez sem grandes esperanças em qualquer futuro a longo prazo, vivendo cada dia na sua vez.
Apenas sei que esta peste tem deixado consequências psicológicas e que sabe outras no meu corpo devido ao confinameno que está-se a tornar complicado sem qualquer esperança ou vislumbre de acabar porque mesmo com a vacina contra a peste chinesa duvido que se volte ao normal ou a uma espécie de normal no curto prazo...
Fiz redução de medicamentos da epilepsia, mas não sei se tenho que dar uma passo para trás durante os tempos que correm...
As regras do novo Estado de Emergência deixaram-me como eu estivesse no confinamento da Primavera e mais valia ter recusado as férias e ter metido falta apenas nos dias que tinha o médico e aproveitado os fins-de-semana para fazer a frequência da Universidade Aberta e tinha ficado a trabalhar e assim aguentava melhor o choque.
Estou mesmo a ver a ficar de novo em casa e não sei se vou continuar na universidade e sequer se vou trabalhar porque se me colocarem de novo em backoffice com as exigências que pediram da outra vez mais, então mais vale pedir as contas e voltar ao RSI e deixar tudo que estava a construir graças a este emprego, que apesar de precário, era um emprego.
Chego a pensar que seria uma medida eutanásica se mandarem para o subsídio de desemprego e depois peço o RSI e nem me vou dar ao trabalho de procurar emprego enquanto a Gerigonça estiver no poleiro e enquanto aquelas duas verdadeiras bonecas insufuláveis da saúde estiverem a dirigir o sistema de saúde em Portugal.
Estou a mesmo a ver que vou precisar de ajuda psicológica ou mesmo psiquiátrica antes que passe a fina linha que separa de ponto sem retorno e estava eu a fazer redução de medicação, chiça para tanta incompetência....
Quanto que nos vemos livre desta peste vinda da China....?
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